Ai, que delícia! Este livro é tão bom que, nas poucas horas que dormi enquanto o lia, sonhei com ele. Foi deitar-me a uma hora da manhã e acordar às seis para ler antes de começar o meu dia!
É uma mistura deliciosa de forced proximity e fake dating!
Ai, que delícia! Este livro é tão bom que, nas poucas horas que dormi enquanto o lia, sonhei com ele. Foi deitar-me a uma hora da manhã e acordar às seis para ler antes de começar o meu dia!
É uma mistura deliciosa de forced proximity e fake dating!
Achavas que já não tinhas paciência para dramas de adolescentes até leres isto. Normalmente, não me sinto atraída por romances young adult. Com a idade que tenho, sinto que já não tenho paciência para crises de adolescentes nem para os seus dramas típicos. Mas este livro foi um presente de Natal e, como tal, decidi dar-lhe uma oportunidade. E que surpresa tão boa!
Quando comecei a ler Mile High, de Liz Tomford, não fazia ideia do impacto que este livro teria em mim. Nunca tinha lido nada da autora, mas rapidamente percebi que estava diante de uma história que ia muito além do habitual romance desportivo. Este livro é uma celebração da imperfeição, da vulnerabilidade e, acima de tudo, da autenticidade.
Fechar a série Chestnut Springs deixa-nos com aquela sensação rara de coração cheio e dever cumprido. Elsie Silver despede-se deste universo com uma narrativa deliciosa, provando que a espera por este desfecho valeu cada segundo.
“Porque eu te vivo, Winter Hamilton…”
Confesso que, depois de fechar este livro, a única conclusão possível é que todas nós precisamos de um Theo Silva na nossa vida para nos dizer exatamente isto. Em Reckless, o quarto volume da série Chestnut Springs, Elsie Silver entrega-nos uma história que é um verdadeiro murro no estômago e um abraço apertado, tudo ao mesmo tempo.
Se há coisa que a Elsie Silver me continua a provar, livro após livro, é que ela não escreve apenas romances — ela escreve ligações. Daquelas que nos fazem sorrir com as interações mais simples… e depois nos deixam a arder com a intensidade toda quando a história decide carregar no acelerador.
Se há coisa que aprendi com a Emily Rath é que ela não escreve apenas romances; ela escreve experiências que nos deixam o coração a bater a mil e a cabeça a mil milhas de distância. Pucking Sweet foi exatamente isso: uma viagem viciante, intensa e, acima de tudo, deliciosa.
Há livros que nos apanham desprevenidos, e Heartless foi um desses. Não esperava ficar tão envolvida, mas a verdade é que esta história conseguiu equilibrar leveza e profundidade de uma forma que me conquistou completamente. É daqueles romances que se leem num ápice, mas que deixam marca.
No início, Better pode parecer um romance comum e um pouco lento, mas à medida que a história avança, a química intensa entre Vanessa e Thomas transforma a leitura numa experiência viciante e cheia de emoção.
Um romance viciante, cheio de tensão e com aquele sabor a cowboy que eu não sabia que precisava na minha vida.