Caçador Sem Coração de Kristen Ciccarelli

revelou‑se uma leitura surpreendente que, apesar de estar contida num livro relativamente pequeno, apresenta uma história extremamente bem pensada e bem executada. O que mais me cativou logo de início foi a dinâmica de gato e rato entre as personagens principais, construída sobre um enredo sólido que mantém o interesse constante através de um romance slow burn muito bem trabalhado.

Reino de Cinzas de Sarah J. Maas

Não consegui parar de ler até chegar à última página. Ainda não consigo processar este livro, nem tudo o que sinto. Reino de Cinzas destruiu-me. Chorei tanto, e tantas vezes, que precisei de interromper a leitura várias vezes para me acalmar, mas sempre que voltava às páginas, os olhos enchiam-se de novo — ora de tristeza profunda, ora de alegrias inesperadas.

Depois de acompanhar esta saga, esperava um final mágico, mas nada me poderia preparar para a intensidade do que aconteceu. Não foi apenas um acontecimento, foi uma sucessão de golpes fortes e avassaladores. Este livro não foi uma montanha-russa; foi um conjunto de Wyrdkeys que me transportou para um reino de emoções que nenhum outro livro me fez conhecer.

Rainha das Sombras, de Sarah J. Maas

Terminei recentemente Rainha das Sombras, de Sarah J. Maas, e a primeira sensação que tive quando fechei o livro foi um misto de satisfação e arrependimento: satisfação por finalmente ter chegado a este volume da saga Trono de Vidro e arrependimento por não o ter lido mais cedo. Durante muito tempo o livro esteve na estante “à espera da sua vez”. Não foi por falta de curiosidade ou de vontade; foi, acima de tudo, por falta de tempo e por aquela tendência de ir adiando livros que sabemos que vão exigir mais de nós. No entanto, assim que comecei a leitura, percebi rapidamente porque é que tanta gente considera Rainha das Sombras um ponto de viragem na série.