No início, Better pode parecer um romance comum e um pouco lento, mas à medida que a história avança, a química intensa entre Vanessa e Thomas transforma a leitura numa experiência viciante e cheia de emoção.
Confesso que as primeiras páginas de Better, de Carrie Leighton, não me convenceram de imediato. O início pareceu-me um pouco monótono e “parado”, quase como se a história estivesse a ter dificuldade em arrancar. No entanto, fico muito feliz por não ter desistido da leitura, porque tudo muda quando as personagens principais ganham espaço.
Assim que conhecemos o Thomas, a dinâmica do livro transforma-se completamente. Ele é o clássico “bad boy” — motas, tatuagens e uma atitude misteriosa — mas a química que ele tem com a Vanessa é o que realmente carrega a história. É impossível não ficar rendida à tensão entre os dois.
A escrita da Carrie Leighton acaba por ser muito fluida e, apesar de a Vanessa tentar ignorar todas as “red flags” óbvias, acabamos por torcer por eles. É uma leitura intensa, deliciosa e que toca em pontos de insegurança e crescimento que tornam as personagens mais reais.
Terminei o livro com uma vontade enorme de ter o próximo volume nas mãos. Se procuram um romance universitário viciante, com aquela dose certa de drama e um protagonista que nos faz suspirar (mesmo sabendo que devíamos fugir!), Better é uma excelente escolha.
O melhor do livro: A evolução da tensão entre a Vanessa e o Thomas.
O menos bom: O ritmo inicial um pouco lento.
