
Saga: Os Lobos da Ruína
No Fury Bound o segundo livro da saga.
Temos traições, mortes, revelações, política, vingança e batalhas. E eu tive várias vezes aquela sensação de estar a ver Game of Thrones: “Não. Esta personagem não pode morrer.”
E depois morria.
Mas foram as batalhas que mais me surpreenderam.
A descrição delas funcionou mesmo muito bem para mim. Eu conseguia imaginar-me ali. Sentia a ansiedade da Meryn, a angústia de não conseguir estar em todo o lado e aquela sensação horrível de perceber que, enquanto estás a lutar num sítio, alguma coisa pode estar a acontecer noutro.
E depois veio aquela reviravolta no final. Fiquei com uma raiva monumental.
Não só pelo que aconteceu, mas porque agora descobri que vou ter de esperar pelo terceiro livro para saber o que acontece a seguir.
E eu odeio isto.
No geral, esta foi uma série que cresceu muito de um livro para o outro e Fury Bound deixou-me muito mais investida neste mundo do que Dire Bound.
